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Renovação do auxílio emergencial está nas mãos de Guedes

Novos presidentes da Câmara e do Senado não querem interferir nos planos do ministro para esse tema

Por Machado da Costa Atualizado em 5 mar 2021, 09h52 - Publicado em 2 fev 2021, 12h19

Os novos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), respectivamente, deixaram nas mãos de Paulo Guedes, ministro da Economia, a renovação do novo auxílio emergencial e de outros benefícios criados durante a pandemia. Ambos querem demonstrar alinhamento com o ministro e não vão trabalhar pela renovação caso não seja do desejo de Guedes. Por outro lado, caso o ministro dê o sinal verde, rapidamente colocarão o benefício para ser aprovado no Congresso.

O Ministério da Economia já possui alguns planos prontos para colocar na rua, mas nada que tenha o impacto fiscal do auxílio ou do benefício para manutenção do emprego (BEm). Seriam algumas antecipações, como 13º salário de aposentados e saque de FGTS. O governo, embora venha estudando as renovações dos temas desde o ano passado, tem buscado a todo custo evitar um novo ciclo de concessão do auxílio e do BEm.

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