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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Pressionado, Guedes volta a ouvir o mercado e tensão diminui

Cenário para a dívida pública está menos nebuloso do que há algumas semanas

Por Machado da Costa 2 dez 2020, 13h45

O ministro da Economia, Paulo Guedes, novamente voltou a viver dias mais tensos à frente da pasta. E um dos pontos de maior preocupação é a dívida pública. Com 600 bilhões de reais vencendo até abril, muitos começaram a duvidar da capacidade de Guedes de lidar com a situação de forma que não comprometesse a capacidade de pagamento no futuro. Nesta quarta-feira, 2, veio a solução de emitir dívida no exterior. Três vencimentos, cinco, dez e trinta anos. Citibank, Santander e ScotiaBank vão liderar a captação.

Contudo, há algumas semanas, Guedes não estava convencido de que essa era uma saída positiva, embora muitos gestores de renda fixa mandavam mensagens diretamente a sua equipe avisando sobre a possível solução. Pois Guedes decidiu ouvir o mercado. Rapidamente o mercado abriu um grande sorriso, derretendo taxas de juros de títulos com vencimento entre 4 e 10 anos.

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