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Pressão da matriz na Holanda faz Heineken subir preço no Brasil

Resultados ruins da holding aumentaram pressão sobre os principais mercados da cervejaria

Por Machado da Costa Atualizado em 31 ago 2020, 15h15 - Publicado em 31 ago 2020, 10h00

Não são poucos os estudos que afirmam ter aumentado o consumo de bebidas alcoólicas durante a pandemia. Mesmo assim, a Heineken N.V., a segunda maior fabricante de cervejas com sede na Holanda, registrou resultados ruins no segundo trimestre. A pressão aumentou e os principais mercados da empresa precisaram responder rapidamente a ela.

A partir desta terça-feira, 1º, a Heineken aumentará os preços de sua principal marca no Brasil em 5% em médio. A alta se dará na cervejaria, então caberá a distribuidores e vendedores do produto decidirem se repassarão o aumento ao consumidor final.

Após a publicação da informação por VEJA, o grupo Heineken enviou uma nota. Leia na íntegra.

“O Grupo HEINEKEN no Brasil confirma que implementará, a partir de setembro, uma nova tabela de preços para alguns de seus produtos. A iniciativa é local e não está relacionada aos resultados globais da Companhia. O reajuste de preços está relacionado à dinâmica natural do mercado brasileiro e à necessidade de compensar o impacto da valorização do dólar, uma vez que grande parte dos insumos envolvidos na produção das cervejas, incluindo, principalmente, o malte e materiais de embalagens, é importada. A Companhia reforça que essa é uma decisão habitual de negócios e que a atualização de preços é realizada anualmente, sempre respeitando nosso compromisso de transparência com o mercado, clientes e consumidores”.

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