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Pandemia cria demanda reprimida para educação superior em 2021

Estudo com mais de 1.000 pessoas mostra que brasileiros que estavam adiando os estudos pretendem retomar planos nos próximos meses

Por Machado da Costa 23 nov 2020, 16h13

Os brasileiros que pretendem cursar uma faculdade não querem mais adiar o sonho da formação superior e uma demanda reprimida se acumula para o primeiro semestre de 2021. Essa é uma das conclusões da 5ª fase do estudo “Coronavírus e Ensino Superior: o que pensam os alunos”, realizado pela empresa de pesquisas educacionais Educa Insight e que será divulgada nesta terça-feira, 24, pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES).

De acordo com o levantamento, realizado neste mês de novembro, 38% dos entrevistados afirmam querer começar a graduação no começo de 2021, crescimento de 24 pontos percentuais em comparação com a apuração anterior, realizada em julho, com perspectiva sobre o segundo semestre de 2020. Somado a esse maior entusiasmo está a queda da incerteza sobre a decisão, de 38%, em julho, para 26% no contexto atual.  “O cenário da 5ª fase aponta um aumento da intenção de matrículas na graduação, incluindo a modalidade presencial, o que mostra que os jovens não querem mais adiar o sonho do curso superior, o que traz leve otimismo ao setor”, comentou Celso Niskier, diretor presidente da ABMES.

A pesquisa ouviu 1.012 pessoas, entre 17 e 50 anos, que manifestaram interesse em cursar uma graduação presencial ou EAD nos próximos 18 meses em instituições particulares.

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