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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

O Orçamento fake de Guedes entregue ao Congresso

Equipe econômica incluiu pagamento integral dos precatórios que vencem no ano das eleições

Por Josette Goulart Atualizado em 1 set 2021, 12h12 - Publicado em 1 set 2021, 12h00

Todo ano, o Orçamento entregue pelo Ministério da Economia sofre mudanças até ser aprovado pelo Congresso. Desta vez, o Orçamento de 2022 já entrou com o carimbo de fake. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, já tinha dito publicamente que o ministro Paulo Guedes teria que incluir o pagamento dos 90 bilhões de reais em precatórios por obrigação legal, mas que até o fim do ano eles dariam um jeito nisso. O próprio Congresso pode aprovar uma PEC para parcelar os precatórios, mas o presidente do Supremo, Luiz Fux, também está empenhado em resolver o problema e liberar Orçamento. Mas como ainda não tem uma solução definida, o Orçamento do ano das eleições gerais chegou sem novo Bolsa Família, sem dinheiro para emendas de relator, sem reajuste de salário mínimo, mas com o dinheiro para precatórios.

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