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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

O novo Ibovespa está um pouco mais tecnológico

VEJA Mercado: sete empresas entraram no índice nesta segunda-feira, duas delas essencialmente de tecnologia

Por Diego Gimenes 7 set 2021, 10h41

O índice Ibovespa passou a ficar um pouco mais tecnológico com a nova composição que passou a valer a partir desta segunda-feira, 6. Entraram para o índice o Banco Inter, que tem se destacado entre as fintechs, e a Méliuz, uma startup de cashback que lançou ações na bolsa no ano passado. As duas praticamente dobraram de valor neste ano.

Além delas entraram para o índice Bovespa as empresas Alpargatas, Banco Pan, Dexco (antiga Duratex), Petz e Rede D’Or. A B3 atualiza essa lista de quatro em quatro meses. Para entrar no índice, a ação, basicamente, precisa ter liquidez. Em outras palavras, ter um dos maiores índices de negociabilidade (IN) da bolsa — que é calculado pelo número de negócios e o volume financeiro gerado –, ter um volume maior ou igual a 0,1%, no mercado à vista na comparação com as carteiras anteriores do índice, ter sido negociada em 95% dos pregões e ter cotação superior a um real.

Mas o que significa entrar no Ibovespa? Segundo os analistas, maior visibilidade. A entrada no índice pode significar mais visibilidade porque alguns bancos e corretoras nacionais e internacionais que seguem o Ibovespa fazem composição com esses papéis da carteira.

 

 

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