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O ‘custo EQI’ no pagamento de bônus aos funcionários da XP

Contratar quadros do agente autônomo teve custo tão elevado que impactou na premiação dos próprios colaboradores

Por Machado da Costa 22 fev 2021, 18h02

Muitos colaboradores da XP Investimentos estão bem chateados com o pagamento do bônus referente a 2020. Apesar do lucro recorde, a premiação pelo desempenho até cresceu, mas não acompanhou o resultado. Tudo por conta de 1,5 bilhão de reais de gastos operacionais que cresceram no ano passado. É verdade que muitos executivos peso-pesado passaram a ingressar os quadros da companhia, mas um movimento foi especialmente caro e está sendo chamado de “o custo EQI”.

Fundada por Juliano Custódio, a EQI era um dos maiores agentes da XP e migrou para o BTG Pactual no ano passado. O objetivo é se tornar uma corretora, algo que não conseguiria sob a asa de Guilherme Benchimol, o fundador da XP. A companhia, para tentar minar a EQI, ofereceu remunerações pra lá de robustas a seus colaboradores. Questionada, a XP reitera que “é uma empresa meritocrática e que o valor total de bônus distribuído ano contra ano teve crescimento”.

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