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Mercado financeiro aposta no financiamento de geração de energia ‘em casa’

Indústria de FIDCs ganha força para financiar projetos de produção de eletricidade a partir de fonte solar

Por Machado da Costa Atualizado em 2 nov 2020, 11h58 - Publicado em 2 nov 2020, 11h34

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) estão ganhando força como forma de financiar projetos de empresas do setor de energia, em especial de geração distribuída. A Valora Investimentos, gestora especializada em FIDCs, Crédito Privado e Fundos imobiliários, confirma essa tendência e negocia com empresas para estruturar dois fundos no segmento. “A busca por alternativas de energia renováveis é um movimento observado no mundo inteiro. De fato, este mercado está em franco crescimento e o Brasil possui um grande potencial para se desenvolver”, comenta Carlos Sartori, sócio da Valora.

A Geração Distribuída é a energia elétrica produzida no local de consumo ou próximo a ele, principalmente de fonte solar. O crescimento no número de instalações ao longo dos anos reforça o aumento da demanda dos consumidores. Em 2019, houve um crescimento de mais de 200% na instalação de novos equipamentos, quando comparado com o ano de 2018, segundo dados da Greener e ANEEL. E mesmo com a crise do coronavírus, os FIDCs estão sendo muito utilizados em soluções estruturadas de funding de longo prazo para as empresas. No primeiro semestre de 2020, o volume geral de emissões no mercado de capitais doméstico foi 14% menor que no mesmo período em 2019. Enquanto isso, o volume de emissões de FIDCs foi 20% maior, de acordo com dados da Anbima.

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