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Marcas se desdobram para conseguir visibilidade na CCXP virtual

Estandes, brindes e aglomeração não fazem parte do evento este ano, o que obrigou os patrocinadores a se virarem para serem notados

Por Machado da Costa, Raquel Carneiro Atualizado em 3 dez 2020, 16h06 - Publicado em 3 dez 2020, 15h58

Diferentemente de anos anteriores, a CCXP, principal feira geek do país, será realizada em ambiente virtual este ano. O lado forte da feira sempre foram as marcas, os estandes, os brindes que os visitantes ganham, e tudo isso não funciona sem ser presencial. Por isso, muitos patrocinadores estão precisando rebolar para conseguir a visibilidade, e as vendas, que conquistaram em outros anos e que justificavam um investimento que não é pequeno.

O Outback, por exemplo, que é o restaurante oficial do evento, fará uma HQ ao vivo, ou seja, uma história em quadrinhos, que ganhará vida no Instagram da marca, durante todos os dias do evento. Serão cerca de oito horas de live por dia para contar uma história ainda sem final definido, diz a marca. A Riachuelo, por sua vez, está lançando uma linha de produtos relacionada ao universo geek para ser vendida em sua loja virtual. A Warner, dona de franquias com muito apelo neste meio, como Game of Thrones e DC Comics, lançou quatro hotsites para expor seus produtos. Talvez quem se saia melhor no quesito exposição seja a escola de línguas Cel.Lep, que fará a tradução simultânea dos painéis com estrangeiros na feira.

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