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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Líder de greve de 2018 diz ter ‘zero possibilidade’ de nova paralisação

Grupo isolado de caminhoneiros tenta ganhar força para promover nova greve

Por Machado da Costa Atualizado em 13 jan 2021, 16h04 - Publicado em 13 jan 2021, 15h41

Dois dos líderes que ascenderam em 2018 em meio à greve dos caminhoneiros dizem não haver possibilidade de uma nova paralisação, que está sendo marcada por um grupo com menor influência sobre os transportadores. Aldacir Cadore e Ivair Schmidt, do Comando Nacional do Transporte, afirmaram isso ao Radar Econômico.

Já Walace Landim, o Chorão, que comanda a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), afirma está avaliando a possibilidade. “Estou no Porto de Santos (SP) até sexta-feira, 15, para ver como será a adesão. Estou conversando com muitos caminhoneiros e vemos que a categoria está na UTI. Leis, como a do piso mínimo do frete, não estão sendo cumpridas”, disse ao Radar Econômico. A coluna tentou contato com outra liderança, Wanderlei Alves, o Dedeco, mas ele não retornou.

Quem está buscando angariar forças para fazer uma nova greve geral é Roberto Stringasi, da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB). Seu grupo tem disparado mensagens para milhares de caminhoneiros, indicando que a greve marcada para 3 de fevereiro será maior do que de 2018. Contudo, um dos líderes que falou a coluna afirmou a associação de Stringasi não possui ascendência sobre todos. “Hoje, é zero possibilidade de adesão”, disse Aldacir Cadore.

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