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JHSF inicia reestruturação da governança corporativa

Empresa tem saldos a receber de administradoras e deve limpá-los dos balanços no terceiro trimestre

Por Machado da Costa Atualizado em 31 ago 2020, 14h51 - Publicado em 31 ago 2020, 08h00

Algumas novidades permearão o balanço do terceiro trimestre da construtora de luxo JHSF. Não estamos falando aqui sobre os lucros ou sobre as receitas do grupo, mas da governança corporativa. Os administradores estão limpando dos balanços no terceiro trimestre as contas a receber e os saldos a pagar em contratos de terrenos no exterior, em Nova York, nos EUA, e no Uruguai. Não será fácil. São mais de 200 milhões de reais que precisam ser equalizados.

A empresa está com 900 milhões de reais em caixa, fruto do aumento de receitas e dos dois follow-ons que realizou nos últimos 12 meses. Parte dos recursos, contudo, serão destinados para recomprar ações no mercado, o que poderá consumir outros 200 milhões de reais. O restante do valor deverá ser direcionado para investimentos, uma vez que a dívida líquida da empresa é pequena e possui longo prazo de vencimento. Além disso, um comitê de controle para negócios com partes relacionadas será instalado para evitar novos ruídos com o mercado e garantir que as transações estejam de acordo com o Estatuto Social da companhia.

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