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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Inflação mais alta desde 1995, Copom, Petrobras e precatórios

VEJA Mercado: depois de um dia de correções, expectativa é como inflação pode influenciar decisão do Copom e andamento da PEC dos precatórios

Por Josette Goulart 26 out 2021, 09h13

VEJA Mercado | Abertura | 26 de outubro.

Depois de cair mais de 7% na semana passada, a bolsa corrigiu um pouco mais de 2% ontem e agora a expectativa é quais outras notícias podem ajudar em nova correção de preços ou fazer a bolsa cair novamente. O dia começa com os dados da inflação do IBGE que divulgou o IPCA-15 de outubro. O índice ficou em 1,2%, a maior desde 1995, e acima do que previa o mercado que esperava algo em 1%. Isso significa mais pressão sobre os juros. O Banco Central começa hoje a reunião do Copom e a sinalização anterior era a de que o BC subiria um ponto por reunião até o fim do ano, mas o mercado já aposta que pode vir mais.

Além disso, começa hoje na Câmara dos Deputados a discussão em plenário sobre a famigerada PEC dos Precatórios, aquela que vai abrigar a mudança no teto de gastos para arrumar dinheiro para emendas parlamentares e dada pelo governo como a única saída para financiar o Auxílio Brasil de 400 reais.

Nos fatos relevantes, a Petrobras informou que pediu informações ao governo sobre se de fato há discussões sobre sua privatização. Ontem o mercado reagiu bem à notícia fazendo a ação disparar. Mas a verdade, é que este deverá ser um processo lento e demorado, a começar pelo fato que precisa transitar no Congresso Nacional e 2022 é ano de eleições.

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