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Governo estuda alternativa para programa de manutenção de empregos

Mais de 7 bilhões de reais dos 50 bilhões de reais destinados ao programa não foram empenhados neste ano

Por Victor Irajá 25 dez 2020, 19h16

Um dos principais programas de amparo engendrados pelo Ministério da Economia, o Benefício Emergencial de Emprego e Renda (BEm), é uma das meninas dos olhos do ministro Paulo Guedes no combate ao desemprego durante a pandemia de Covid-19. Mais de 7 bilhões de reais dos 50 bilhões de reais destinados ao programa não foram empenhados neste ano. Mesmo assim, o Ministério da Economia faz um balanço de proteção e manutenção de quase 10 milhões de vagas de empregos. 

Exatamente por isso, o secretário de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, trabalha em um substituto para o programa. A secretaria trabalha em um projeto para dar continuidade ao benefício, que garante o pagamento de parte dos salários por parte do governo federal caso os trabalhadores tenham os contratos suspensos ou a jornada reduzida. Um dos principais motivos: o programa é relativamente barato e o retorno para o consumo, segundo membros da Economia, é estrondoso. Em oito meses de execução, o programa orçado em 51,5 bilhões de reais gastou 32 bilhões de reais, o equivalente ao orçamento do ano do Bolsa Família e menos que o custo mensal do auxílio emergencial por mês.

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