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Radar Econômico Por Josette Goulart Análises e bastidores exclusivos sobre o mundo dos negócios e das finanças. Com Diego Gimenes.

Depois do arroz e do algodão, agora é o plástico que sumiu do mercado

Normalização na oferta da matéria-prima deve acontecer apenas no próximo ano

Por Machado da Costa Atualizado em 6 out 2020, 10h45 - Publicado em 6 out 2020, 10h38

A retomada da economia tem produzido algumas distorções em algumas cadeias produtivas. Primeiro foi o arroz que faltou e causou um choque de preços no alimento. A situação vem sendo normalizada gradativamente após a redução do imposto de importação do grão. Depois apareceu a escassez de algodão, que está encarecendo a produção da indústria têxtil e que ainda não tem solução. Agora o novo insumo em falta no mercado é o plástico.

Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e vice-presidente da Fiesp, a situação só deve se normalizar em 2021. “É uma situação conjuntural. Houve um boom na demanda, sobretudo por causa do dinheiro injetado na economia com o auxílio emergencial e o crédito às empresas, que somaram quase 600 bilhões de reais”, explica Roriz, lembrando que boa parte dos 66 milhões beneficiados colocou o dinheiro em circulação via consumo.

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