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A visão do governo brasileiro sobre defesa cibernética mudou

Mundo afora, governos estão preocupados com ciberataques; após ofensiva de hackers contra órgãos públicos, governo decidiu agir

Por Machado da Costa 3 dez 2020, 16h27

Boris Johnson, o primeiro ministro do Reino Unido, está investindo nada menos que 6,5 bilhões de libras (45 bilhões de reais) em um centro supertecnológico de defesa cibernética. É o maior gasto na área desde o governo de Margaret Thatcher, nos anos 1980. O programa também interrompe o programa britânico de redução dos gastos em defesa, algo que acontecia há décadas. O centro será dotado de tecnologia suficiente para interromper as comunicações de grupos terrorista e desativar as defesas aéreas inimigas.

Atualmente, segurança cibernética é uma das maiores preocupações dos governos mundo afora. Após a série de ataques que impactaram serviços do STJ, do SUS e também do Ministério da Economia, essa preocupação também chegou ao Brasil. Por isso, o Palácio do Planalto está programando iniciar, no próximo ano, o maior plano de segurança digital da história do país — algo inédito. Por razões óbvias, ficará aquém do investimento realizado pelo Reino Unido, mas ocupantes do Palácio do Planalto garantem que o plano poderá colocar o país entre os mais seguros na área.

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