Clique e assine a partir de 9,90/mês
Publicidade
O Leitor Por Maicon Tenfen Lendo o mundo pelo mundo da leitura. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Uma coisa que todo mundo sabe sobre a hora agá dos pênaltis é que os craques costumam errar
A obsessão pela cor branca na poesia de Cruz e Sousa se deve ao fato de que ele não gostava de ser negro?
Eis a nossa imagem lá fora: nem bons selvagens, nem bons malandros, apenas bons babacas!
Contaminados por uma vaidade endêmica que vem das campanhas publicitárias, alimentamos a ilusão de que poderemos enganar o tempo e seus efeitos inexoráveis
Não há, nas cartilhas escolares mais recentes, uma quantidade de textos digna do “antológico Lalau”
A censura, qualquer forma de censura, inclusive a de produtos culturais das décadas passadas, é sempre uma faca de dois gumes
Ainda que seja fácil desconfiar do consolo oferecido pelas religiões, é muito difícil botar essa desconfiança em prática
A queda do presidente não passaria de um paliativo seguido de um caos ainda maior num cenário com desdobramentos imprevisíveis
Com a paralisação dos petroleiros marcada para depois de amanhã, outras categorias também vão cruzar os braços e jogar com a fragilidade do governo?
Por mais brilhante e preparado que seja um professor, ele não irá longe sem o apoio da coordenação da escola, o auxílio dos pais e a disciplina dos alunos.
Com seu jeito bronco e charlatão, o Jesus de Indaial desmascara os preconceitos dos líderes religiosos que se acham donos da verdade
Se seguisse as regrinhas que as feministas estão ditando para “construir um mundo melhor”, Nabokov escreveria no máximo um comercial de margarina
Se os americanos têm o Oscar, temos o Brasileirão; se têm John Wayne, temos Pelé; se têm uma Pauline Kael, temos um Mário Filho e um Nelson Rodrigues
Só quem tem certeza absoluta de que é dono do próprio nariz é que cai nesse tipo de armadilha
Num mundo em que muitos vendem a alma para estar na mídia, o escritor faz um movimento contrário e acaba cercado de holofotes e atenção
Ainda que detestasse o proselitismo, os romances que sucederam O Tempo e o Vento levantaram a bandeira política com criatividade e determinação
Erico Verissimo não foi "apenas" um contador de histórias, mas um liberal-humanista que soube entender e concretizar os anseios da nascente classe média
Bravura Indômita, o livro, é muito mais que uma aventura de cavalgadas e tiroteios
Publicidade