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Noblat Por Coluna O primeiro blog brasileiro com notícias e comentários diários sobre o que acontece na política. No ar desde 2004. Por Ricardo Noblat. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Toffoli é a incógnita

Nas mãos dele, Bolsonaro e a morte de Marielle

Por Ricardo Noblat Atualizado em 30 jul 2020, 19h21 - Publicado em 30 out 2019, 09h30

Cabe ao ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, decidir se o inquérito que apura a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) continuará aos cuidados da Polícia Civil do Rio de Janeiro ou se será transferido para Brasília.

O presidente Jair Bolsonaro tem direito a foro privilegiado. Ou seja: só pode ser investigado pelo Supremo. Se Toffoli entender que a citação do seu nome no caso da morte da vereadora é motivo para tal, o caso será avocado por ele.

Isso paralisaria a investigação. Como presidente da República, Bolsonaro não pode ser investigado por nenhum suposto crime, salvo se cometesse algum no exercício do cargo. Mas Toffoli pode também entender que o porteiro se enganou ao citar Bolsonaro.

A ser assim, o inquérito continuará no Rio e poderá ir em frente.

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