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Por Ricardo Noblat Atualizado em 30 jul 2020, 20h06 - Publicado em 15 dez 2018, 07h00

Pede-se informações sobre o paradeiro do médium João de Deus, do ex-terrorista italiano Cesare Batistti e do chefe da família Queiroz.

O primeiro é acusado de abusar sexualmente de uma centena de mulheres. A Polícia Civil de Goiás está à caça dele para prendê-lo.

A Polícia Federal está atrás do segundo para que seja extraditado por ordem de Michel Temer, que se antecipou ao desejo do seu sucessor.

Quanto a Queiroz, ele desapareceu sob a suspeita de ter chefiado o caixinha do gabinete do deputado Flávio Bolsonaro, no Rio.

A existência do caixinha não significa que Flávio soubesse dela. Mas se não sabia é porque não passa de um distraído.

Sumiram a mulher e duas filhas de Queiroz, ex-funcionárias dos gabinetes de Flávio e do seu pai, Jair, em sistema de rodízio.

Será mais fácil a tarefa das duas polícias do que a de Queiroz de oferecer explicações convincentes para o que fez ou deixou de fazer.

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