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Ex-chefe de Moro deve julgar Lula no TSE 

Ministra do STF Rosa Weber deve presidir sessão que analisará possível apelação do petista para se manter candidato

Por Kelli Kadanus, Gazeta do Povo 11 jan 2018, 00h59

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai encontrar um Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mais rígido no caso de um eventual recurso para poder concorrer às eleições de outubro próximo. De acordo com a Lei da Ficha Limpa, o petista será impedido de se candidatar se for condenado em segunda instância, por um colegiado. No próximo dia 24, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) vai julgá-lo no caso do tríplex do Guarujá.

A atual composição do TSE, que foi responsável por negar a cassação da chapa Dilma-Temer de 2014, já começou a sofrer alterações. A mudança mais importante será na presidência da Corte Eleitoral. O presidente Gilmar Mendes deixa o TSE em 6 de fevereiro e passa o bastão para o também ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. O novo presidente será responsável por grande parte da preparação para as eleições de outubro. Porém, deixará a presidência do TSE em 15 de agosto, sendo substituído pela ministra Rosa Weber, também do Supremo.

Rosa já votou a favor de Lula no TSE, em um julgamento que analisava se o petista deveria ser condenado por campanha antecipada. A ministra acompanhou o voto do relator, assim como outros dois ministros, e Lula acabou absolvido por 4 a 3. O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) também foi julgado por campanha antecipada e acabou absolvido, mas, nesse caso, Rosa Weber votou pela condenação.

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