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Cármen Lúcia escolheu o menos mal

Batalha adiada

Por Ricardo Noblat 22 mar 2018, 09h00

Acabar com a prisão em segunda instância da Justiça significaria, na prática, acabar com a Lava Jato.

Conceder habeas corpus preventivo a Lula significaria acabar com parte da Lava Lato para ele – a da prisão.

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, não teve outra escolha. Decidiu correr o risco de deixar Lula solto.

Se o tribunal, esta tarde, negar o habeas corpus, outro será impetrado se Lula for preso a partir da próxima semana.

Tão logo o ministro Dias Toffoli assuma em setembro o lugar de Cármen, o fim da prisão em segunda instância poderá ser votado.

A batalha final contra a Lava Jato apenas foi adiada.

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