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Candidaturas de centro dividem líderes evangélicos 

Principais referências do segmento abrem diálogo com Meirelles, Alckmin, Maia e até Bolsonaro

Por Thiago Prado, O Globo 14 jan 2018, 05h43

A oito meses das eleições, os pré-candidatos à Presidência começam sua peregrinação entre as principais lideranças evangélicas do país de olho na força do voto conservador. Em jogo, a busca por um eleitorado que, segundo estimativas de pesquisadores, já alcança uma fatia de quase 30% da população. Os rumores de lançamentos de diversos nomes no campo da centro-direita dividem a opinião das mais influentes referências do segmento, que prometem trabalhar fortemente para que a bancada evangélica atinja a marca de mais de cem deputados no Congresso Nacional.

A mais visível das articulações foi feita no início do mês pelo ministro Henrique Meirelles (PSD). Ele esteve na igreja Sara Nossa Terra, comandada pelo bispo Robson Rodovalho. Durante o ano passado, Meirelles, que é católico, já havia visitado templos da Assembleia de Deus, um roteiro típico de um postulante ao Planalto. Rodovalho, que preside a Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, diz não ter definido quem vai apoiar, mas dá pistas sobre qual o perfil do candidato que deve conquistar a sua preferência:

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