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À caça do tesouro do BNDES

Levy abortou um crime

Entre as mais caras recordações dos poucos meses que serviu ao governo Bolsonaro como presidente do BNDES, o economista Joaquim Levy guarda uma que só compartilhou com poucos amigos.

Há pouco tempo, o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, reuniu-se com técnicos do banco no Rio interessado em informações sobre o Fundo da Amazônia.

O Fundo capta doações para investimentos não-reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento na Amazônia. Os maiores doadores são os governos da Alemanha e Noruega.

Os técnicos mostraram documentos sigilosos sobre o Fundo. E, de repente, Salles sacou do celular e começou a fotografá-los. Levy foi chamado às pressas e disse a Salles que aquilo seria um crime.

O ministro foi embora aborrecido.

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