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Murillo de Aragão Por Murillo de Aragão

Coronavírus e petróleo espalham pânico no Brasil

A segunda-feira se inicia com o mercado em pânico

Por Murillo de Aragão - Atualizado em 9 mar 2020, 13h24 - Publicado em 9 mar 2020, 13h17

A segunda-feira se inicia com o mercado em pânico. Não é para menos, o mundo está em polvorosa com o coronavírus e, agora, com a guerra de preços do petróleo entre a Arábia Saudita e a OPEP – Organização do Países Produtores de Petróleo.

O Brasil, na onda do mundo, sofre. Primeiro pelo movimento de compra de dólares em busca de segurança. Segundo pela desaceleração da economia que vinha em lenta recuperação. 

Com relação ao  petróleo, as dúvidas são mais específicas e se referem à Petrobras. Com a queda no preço do barril, a boa notícia é a de que o preço deveria cair aqui também. Por outro lado, uma queda brusca de preço pode afetar a lucratividade da empresa e a arrecadação tributária da União e Estados. Além de reduzir a competitividade do etanol como combustível. Um aumento da CIDE no combustível não estaria descartado 

Assim, o fator petróleo e o avanço do Coronavírus na Europa e nos Estados Unidos alavancam o pânico e devem obrigar o governo brasileiro a se posicionar, no campo econômico, de forma mais proativa. Essa é a expectativa da Arko Advice na medida que o pânico se combate com iniciativas e narrativas anti-pânico.

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