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Joyce e Proust ganham novas edições nacionais em 2012

Ulysses, a obra indecifrável do irlandês James Joyce, vai ganhar uma nova edição brasileira em 2012. A Companhia das Letras acaba de incluir o livro no catálogo de lançamentos do selo Penguin-Companhia de 2012. O anúncio pela editora é feito no dia em que se completam 70 anos da morte de Joyce (1882-1941).

A nova versão da obra que é considerada o primeiro “clássico moderno” da história – e que chegou a ser censurada por suas transgressões literárias – sai com tradução de Caetano Galindo e coordenação editorial do Paulo Henriques Britto.

Selo criado em parceria com a britânica Penguin e dedicado aos clássicos, o Penguin-Companhia prepara o lançamento de outro gigante da literatura: a série Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust, que inspirou a escrita de, entre outros, Gilberto Freyre. A obra ganhará edição em sete volumes. O primeiro deve sair no 2° semestre de 2012.

Joyce e Proust são, para boa parte da crítica, os grandes nomes da literatura no século XX.

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  1. Comentado por:

    Esdras Junior

    “Joyce e Proust são, para boa parte da crítica, os grandes nomes da literatura no século XX”
    Oi? E onde está o Thomas Mann?

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  2. Comentado por:

    Isabella

    Aleluia, esperar a reedição da editora globo já estava cansando mesmo, mais de um ano sem notícias do lançamento do quinto volume (isso porque é só relançar uma tradução já feita), nem dão satisfações se largaram ou não o projeto.
    Esdras, pelamor, essa é um post de blog ninguém está elegendo depois de anos de pesquisa os únicos escritores bons do século XX, geez

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  3. Comentado por:

    Léo A.Mittaraquis

    A notícia é alvissareira. Mas Joyce não escreveu para não ser compreendido. A leitura é trabalhosa, concordo plenamente. Até mesmo Carpeaux, qual, creio, dispensa apresentações, manifestou dificuldades durante a leitura. Mas é possível ler Joyce, sempre tendo a ciência de que as palavras não estão ali por acaso. O problema maior ainda é este: como “O Príncipe”, de Maquiavel; “Comédia”, de Dante (o adjetivo “Divina” foi acrescentado depois, e não por Dante); “Crime e Castigo” e “Os Irmãos Karamazov”, de Dostoievski e, pelo menos, “A Montanha Mágica” e “Doutor Fausto”, são frequentemente citados (inclusive no meio “acadêmico”) ser que sejam lidos na mesma proporção. No meu caso, tenho a satisfação de pertencer ao seleto grupo que DE FATO leu Ulysses, de James Joyce. E continuo lendo. Não faz muito tmpo que descobri Xenofonte nas primeiras páginas de Ulysses. Grata surpresa. Outras me aguardam.

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  4. Comentado por:

    Léo A.Mittaraquis

    Peço desculpas pelos erros de digitação. Mas escrevi com pressa, enquanto dou conta da “realidade plausível” no trabalho.
    Obrigado pela atenção.

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