Group 21 Copy 4 Created with Sketch.

Graciliano Ramos, de Faulkner a Flaubert

.

O amazonense Milton Hatoum usou toda a sua experiência como professor universitário para apresentar o universo do alagoano Graciliano Ramos, homenageado da 11ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na mesa de abertura do evento, realizada na noite desta quarta-feira. De pé, de olho no texto que repousava no topo de um púlpito, Hatoum lembrou uma a uma as principais obras de Graciliano – de Caetés a Vidas Secas, sem deixar de mencionar Angústia, Memórias do Cárcere e São Bernardo. E tirou de cada uma o que de melhor caracteriza a prosa do autor.

Hatoum não se limitou a dizer o que se esperava dele – que Graciliano permanece atual, que seus livros expõem contradições sociais agravadas pela má qualidade da educação do país, que sua repulsa à ordem então vigente o tornou avesso às regras, que sua devoção literária aos “infelizes” do mundo tinha uma boa dose de seu pessimismo contumaz, que o espaço era, em seus livros, mais que cenário, era um personagem enorme e importante. Comentários que eram esperados, e que de fato não podiam faltar.

Read more

Comentários
Deixe um comentário

Olá,

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s