Clique e assine com até 92% de desconto
VEJA Meus Livros Por Blog Um presente para quem ama os livros, e não sai da internet.

Economia criativa: impacto da Flip é de R$ 47 milhões

Estudo da FGV conclui que, a cada real investido na Festa Literária de Paraty, R$ 13,42 retornam para a sociedade e R$ 1,56 para o governo como imposto

Por Maria Carolina Maia Atualizado em 30 jul 2018, 15h29 - Publicado em 30 jul 2018, 12h30

Levantamento da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o retorno financeiro da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) mostra que a economia criativa ainda tem força, apesar da crise que domina o país há anos. Segundo o estudo, a edição deste ano do evento – que teve investimento público de 3 milhões de reais, via lei de incentivo, e 500.000 reais de outras fontes – teve um impacto econômico de 47 milhões de reais.

Dito de outra forma: cada real investido na Flip 2018 resultou em 13,42 reais para a sociedade (dinheiro movimentado com hotéis, transporte, gastos em bares e restaurantes, compra de livros) e 1,56 real para o governo (na forma de impostos que somam 4,7 milhões de reais).

  • A festa ainda cria demanda indireta, para os fornecedores de hotéis, restaurantes, bares e companhias de transporte. É o que a FGV chama de efeito cascata.

    A pesquisa foi encomendada pelo Ministério da Cultura (MinC). O levantamento estimou um público de 26.400 pessoas nos quatro dias de evento. Destas, 1,9% (502) são estrangeiras, 45,3% (11.959) são brasileiras de outros municípios, 9,1% (2.402) são excursionistas (aqueles que vão ao evento, mas não pernoitam na cidade) e 43,7% (11.537) vivem em Paraty.

    Realizada de 25 a 29 de julho, a 16ª Flip teve como homenageada a escritora paulista Hilda Hilst.

  • Continua após a publicidade
    Publicidade