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Agora autora, Valesca Popozuda diz que leu último livro ‘há um tempo’

Cantora lançou na Bienal do Livro de São Paulo ‘Sou Dessas: Pronta pro Combate’, em que relembra momentos de sua vida

Por Meire Kusumoto Atualizado em 30 jul 2020, 22h00 - Publicado em 26 ago 2016, 21h47
A cantora Valesca Popozuda realiza sessão de autógrafos no primeiro dia da 24ª Bienal do Livro de São Paulo, no pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo (Fernanda Grillo/VEJA)

A cantora Valesca Popozuda realiza sessão de autógrafos no primeiro dia da 24ª Bienal do Livro de São Paulo, no pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo (Fernanda Grillo/VEJA)

Meire Kusumoto

Nome forte do funk carioca, Valesca Popozuda deixou a música um pouco de lado para embarcar no universo dos livros. A cantora de Beijinho no Ombro lança na Bienal do Livro de São Paulo, que começou nesta sexta-feira, o livro de memórias Sou Dessas: Pronta pro Combate (BestSeller, 192 páginas, 29,90 reais). Ao site de VEJA, durante a sessão de autógrafos do livro no evento, Valesca falou sobre as expectativas da nova investida e de sua relação com a literatura. “O último livro que li inteiro foi A Menina que Roubava Livros, faz um tempinho.”

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downloadA cantora afirma que lê de tudo, de romances a revistas de moda. Mas conta que não tem muita paciência e que, se um livro não a agrada, desiste na hora. Essa foi, inclusive, uma preocupação sua ao escrever. “Leio tudo o que me atrai e queria que meu livro fosse atraente, que as pessoas começassem a ler e não jogassem para o lado no meio, dizendo: ‘Que m*’. Eu sei que as pessoas fazem isso porque eu sou assim, queria que todos se interessassem do começo ao fim.”

Valesca diz que está realizando um sonho ao lançar Sou Dessas. “É um sonho, estou sem palavras, é muito bom dar esse presente para os meus fãs, eles ficaram loucos em saber que eu ia escrever um livro”, afirma. Com a obra já lançada, ela agora tem uma meta: “Quando eu recebi o livro, foi como se fosse um filho nascendo. Agora vamos rodar, divulgar, vender e fazer história.”

A sessão de autógrafos estava tranquila e, mesmo com atraso para começar, não se formou tumulto na área. Parece ter funcionado, ao menos nesta sexta-feira, tradicionalmente o dia mais calmo da Bienal, a estratégia da organização de distribuir senhas para os autógrafos pela internet, antes de o evento começar.

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