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Mercado Livre e Procon-SP fecham acordo para barrar produtos ilegais

Plataforma de e-commerce vai assinar termo de compromisso com polícia e órgão do consumidor para fornecer informações sobre transações irregulares no site

Por Da Redação 20 ago 2021, 10h58

O Mercado Livre, uma das maiores plataformas de e-commerce do Brasil, se comprometeu em reunião realizada na quinta-feira, 19, a colaborar com o Procon-SP e com a polícia no fornecimento de informações sobre transações irregulares feitas por meio do site. O foco será barrar a comercialização de itens como drogas, medicamentos abortivos, pornografia infantil, produtos de origem ilegal e a venda de mercadorias que não são entregues aos compradores.

A colaboração foi acertada numa reunião entre o presidente do Procon-SP, Fernando Capez, e representantes da Polícia Civil de São Paulo, como o delegado-geral Ruy Ferraz, e do Mercado Livre. O acordo de colaboração será ratificado nesta sexta-feira, 20, por meio de um termo de compromisso assinado entre as partes.

Reunião entre representantes do Procon-SP, Mercado Livre e Polícia Civil para discutir acordo de cooperação
Reunião entre representantes do Procon-SP, Mercado Livre e Polícia Civil para discutir acordo de cooperação Divulgação/Divulgação

Hoje, a colaboração da plataforma é conseguida quase sempre por meio de ordem judicial. “O Mercado Livre não vai resistir e vai cooperar com a polícia e com o Procon para combater esse tipo de crime. É um grande avanço, porque agora não há mais polêmica, todos atuam em conjunto”, disse Capez.

Em nota, o Mercado Livre, afirmou que o próprio sistema do site identifica 90% dos anúncios irregulares – por hora, cerda de 451 mil são publicados – e que ”trabalha de forma incansável para combater o mau uso da sua plataforma”.

“Por meio de tecnologia e buscas manuais, que envolve mais de 250 pessoas no Brasil, a plataforma identifica e desativa anúncios irregulares, o que pode levar ao bloqueio do vendedor. Somente entre janeiro e agosto, mais de 30 milhões de anúncios foram excluídos, antes mesmo de subirem na plataforma”, afirma na nota.

 

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