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Delegado da Lava-Jato fica onde está

Mudanças de adidos policiais já foram acertadas e não incluem Anselmo, diz PF

Por Laryssa Borges Atualizado em 30 jul 2020, 21h04 - Publicado em 11 jan 2017, 12h32

Depois de movimentações que sinalizavam que o delegado Márcio Anselmo, um dos principais nomes da Operação Lava-Jato, poderia deixar o cargo, se tornar adido no exterior e, consequentemente, desfalcar a principal investigação em curso no país, a Polícia Federal se apressou em negar a saída do policial. Segundo a PF, o delegado integra o rol de importantes quadros da instituição, mas por ora não está sendo cotado para uma adidância. O adido policial tem como funções, entre outras, assessorar o chefe da missão diplomática em assuntos de segurança pública e atuar como canal de interlocução com as instituições policiais do país em que está. Nesta terça-feira a PF confirmou o nome do diretor de Inteligência Sandro Caron como adido policial em Lisboa.

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