Clique e Assine a partir de R$ 7,90/mês
Maquiavel Por Coluna A política e seus bastidores. Informações sobre Planalto, Congresso, Justiça e escândalos de corrupção. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

ACM Neto, a vice e as férias na Europa

Reeleito em Salvador (BA) com quase 74% dos votos, o prefeito ACM Neto (DEM) tirou férias na semana passada e deve voltar nesta sexta-feira ao país. No roteiro, Londres, Praga e Budapeste, algumas das cidades europeias mais badaladas. O período de descanso ao lado da noiva Tatá Canhedo deixou um vácuo inusitado: Neto está rompido […]

Por Felipe Frazão Atualizado em 30 jul 2020, 21h27 - Publicado em 28 out 2016, 21h02
O prefeito de Salvador, ACM Neto, e a noiva, Tatá Canhedo, na roda-gigante London Eye, símbolo de Londres (Reprodução/VEJA)

O prefeito de Salvador, ACM Neto, e a noiva, Tatá Canhedo, na roda-gigante London Eye, símbolo de Londres (Reprodução/VEJA)

Reeleito em Salvador (BA) com quase 74% dos votos, o prefeito ACM Neto (DEM) tirou férias na semana passada e deve voltar nesta sexta-feira ao país. No roteiro, Londres, Praga e Budapeste, algumas das cidades europeias mais badaladas. O período de descanso ao lado da noiva Tatá Canhedo deixou um vácuo inusitado: Neto está rompido com a vice-prefeita, Célia Sacramento (PPL). Preterida na chapa da reeleição por Bruno Reis (PMDB), Célia lançou candidatura própria e até acusou o titular de superfaturar obras. Assessores argumentaram que, como o afastamento era de até dez dias, ele não precisaria passar o cargo à vice, e que a Casa Civil estava de prontidão. A Lei Orgânica Municipal exige autorização da Câmara quando o prefeito se ausenta de Salvador por mais de trinta dias. No caso de presidente da República, por exemplo, a Constituição estipula prazo máximo de quinze dias para ausentar-se do país sem aval do Congresso. Célia, por sua vez, disse a VEJA que era a “prefeita em exercício” porque assume automaticamente. Ela admitiu, porém, que não conversa com o ACM Neto desde agosto, que ele costumava “deixar tudo organizado” e não lhe dera nenhuma orientação antes de voar ao exterior. Nesse período, só se via fotos de Salvador (e nada de Europa) nas redes sociais do prefeito, atualizadas também pela equipe de comunicação. No Diário Oficial, decretos e portarias continuavam assinados apenas com o nome “Antonio Carlos Peixoto de Magalhães Neto, prefeito”.

Publicidade