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Conheça a explicação neurológica para o bocejo

O bocejo é um comportamento tão básico que, mesmo indivíduos em estado vegetativo, executam esta função

Todos nós já tivemos a oportunidade de saber o quão contagiante é o bocejo; nós também relacionamos o bocejo ao sono. Mas o que realmente significa o bocejo?

Mantenha-se alerta

O bocejo é um comportamento antigo, presente em vários animais inferiores. E é contagiante não somente entre nós humanos, mas também entre animais distintos. Muitos donos de cães sabem que seus animais também podem bocejar em conjunto com eles. O bocejo também permanece mesmo em indivíduos em estado vegetativo, demonstrando o quão básico é o comportamento.

Apesar de bastante comum, o comportamento é mal estudado. A maioria dos pesquisadores encara o bocejo como uma maneira de aumentarmos nosso nível de vigília. Assim, quando estamos sonolentos, bocejamos para tentar manter a vigília. O bocejo parece também estar relacionado a um comportamento grupal, onde um individuo da comunidade informa que não está em nível máximo de alerta, e que outros indivíduos devem assumir o papel de vigilância.

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Uma questão de empatia

Já o contágio do bocejo parece estar relacionado à empatia entre membros do grupo. Sua ocorrência está relacionada à ativação de áreas do cérebro relacionadas ao planejamento, e indivíduos com lesões destas regiões, em consequência de trauma ou doenças cerebrais (como o autismo), bocejam menos. Além disso, indivíduos com menos dopamina, como os parkinsonianos, bocejam menos.

Do ponto neurobiológico, o bocejo está relacionado aos mecanismos de estresse (córtex pré-frontal e cortisol), empatia (hipotálamo) e núcleos cerebrais relacionados à dopamina. Bocejar é fácil: o difícil é explicar!

 

 

Quem faz Letra de Médico

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