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Felipe Moura Brasil Por Blog Análises irreverentes dos fatos essenciais de política e cultura no Brasil e no resto do mundo, com base na regra de Lima Barreto: "Troça e simplesmente troça, para que tudo caia pelo ridículo".

Celebridades hipócritas de Hollywood – 2013

Por Felipe Moura Brasil Atualizado em 31 jul 2020, 04h48 - Publicado em 14 dez 2013, 01h11

Nada como uma retrospectiva da hipocrisia da esquerda caviar americana para descontrair o ambiente nesse fim de ano. Traduzo abaixo – acrescentando imagens, links e vídeos – o artigo de John Stossel sobre aquelas celebridades hollywoodianas que tanto inspiram as nossas.
 

EsquerdaCaviarAmericana

A fortuna das celebridades esquerdistas. Patrimônios líquidos via ‘Celebrity Net Worth’.

 
Incomoda-me que tantas celebridades de Hollywood odeiem o sistema que as fez ricas.
 
O ator/comediante Russell Brand disse à BBC que ele quer “um sistema socialista e igualitário baseado na redistribuição maciça da riqueza”.
 
O diretor George Lucas ficou rico não só com os filmes, mas também com a venda de produtos da série “Guerra nas estrelas”. Mesmo assim, ele diz que acredita na democracia, mas “não a democracia capitalista”.
 
O ator Martin Sheen diz: “É aí que reside o problema… É a América corporativa.” E assim por diante.
 
No meu programa de TV, o ator/autor Kevin Sorbo apontou que esses sentimentos fazem pouco sentido vindo de artistas… “É um negócio de muito empreendedorismo. Você tem que trabalhar muito duro para se dar bem… Eu disse a George Clooney: você vale US$ 100 milhões – é claro que você dá conta de ser um socialista!”
 

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Ator das séries “Hércules” e “Andrômeda” critica Hollywood no Twitter, indicando este texto.

 
Já é ruim o bastante que as celebridades batam no único sistema econômico que faz com que a vida das pessoas pobres melhore. Mas o pior é que muitos são hipócritas.
 
Celebridades que apoiam políticos adeptos do inchamento do Estado costumam tirar vantagem de incentivos fiscais, que reduzem a quantia que elas pagam para o governo desses políticos.
 
É bonito que o obamista Bon Jovi tenha uma fundação que constrói casas para os pobres, mas na hora do imposto, o músico se rotula um “agricultor”. Ele paga apenas US$ 100 em imposto de propriedade do Estado. E seu truque para se esquivar do imposto: criar abelhas.
 
Bruce Springsteen canta sobre fábricas fechando, mas paga pouco imposto sobre as centenas de hectares que possui. Seu subterfúgio: aluga sua propriedade para um agricultor orgânico.
 
A campanha de Hollywood para “salvar o planeta” traz à tona a maior das hipocrisias.
 
O ator Leonardo DiCapprio recentemente anunciou: “Eu vou voar pelo mundo fazendo o bem para o meio ambiente.”
 
É mesmo? Voando pelo mundo?
 
É de estarrecer que eles não se envergonhem do que dizem. Talvez eles não saibam como são sem noção, porque os repórteres raramente os confrontam em relação à sua hipocrisia.
 
Repórteres de Hollywood querem ter acesso a celebridades, e fazer perguntas incômodas reduz esse acesso.
 
Para preencher a lacuna, Jason Mattera, autor de “Hipócritas de Hollywood”, confronta celebridades hipócritas.
 
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Ele e seu cinegrafista localizaram Harrison Ford depois que o ator tinha se filmado depilando o peito. Ford disse que a dor de arrancar os pelos do peito deve nos fazer pensar sobre a dor que a Terra sente quando as árvores em uma floresta são cortadas.
 
Pelos do peito, floresta tropical – sacou?
 
Mas essa mensagem ambiental veio de uma celebridade que possui sete aviões.
 
Ford uma vez voou em seu jato particular até para obter um cheeseburger! “Eu não me importo que ele seja dono de sete aviões”, disse Mattera, “mas que não venha nos dizer que estamos à beira do apocalipse do aquecimento global, enquanto deixa um rastro imenso de carbono”.
 
Ainda que Ford tenha ignorado Mattera quando confrontado por ele, ao menos ele foi forçado a ouvir alguém questionar suas posições.
 
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Alguns atores se dão conta do peso do Estado inchado quando tentam fazer algo diferente de atuar. Atores costumam receber pagamento em cheque. Eles raramente lidam com regulamentação governamental; o agente deles é que lida com os detalhes.
 
Quando o ator ligado por toda a vida ao Partido Democrata Rob Schneider tentou lançar um negócio, ele ficou tão ofendido com o peso da regulamentação da Califórnia que ele deixou o estado e mudou de partido político.
 
Arnold Schwarzenegger era entusiasta do livre mercado quando ele era dono de um negócio de alvenaria. Mas, infelizmente, durante seu tempo como governador da Califórnia, ele começou a agir mais como um defensor do inchamento do Estado. Ser um político tem esse efeito nas pessoas, especialmente na Califórnia.
 
Os atores Drew Carey e Vince Vaughn estão entre os outros poucos que viram a luz.
 
Na ReasonTV, Carey disse: “Nós não precisamos de um governo centralizado para nos dizer o que fazer o tempo todo.”
 
Em um programa de rádio, Vaughn disse recentemente: “Eu sou muito favorável a Ron Paul… Conforme você envelhece… você só vai ficando menos confiante em deixar o governo controlar qualquer coisa.
 
Se você observar a Constituição e os princípios de liberdade, o verdadeiro objetivo do governo é proteger o direito do indivíduo.”
 
Um viva para Carey e Vaughn. Talvez eles ainda convençam seus colegas.
 
Fonte: Fox News.
 
Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil
 
Para encerrar, aquela boa e velha lição que as celebridades nunca aprenderam:
 
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