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William Waack: “A figura de Lula tem uma dimensão trágica”

Para o jornalista, a única coisa que o lulopetismo conseguiu foi entregar um país imerso na sua pior crise econômica e moral

Por Cristyan Costa 30 abr 2019, 11h51

No Painel WW, William Waack comentou a entrevista de Lula aos jornais Folha de S. Paulo El País. Para o jornalista, mesmo depois de um ano preso e de ter tido amplo acesso à Justiça, o ex-presidente continua repetindo o discurso de que é vítima de um complô das elites. “É a história de sempre, de ser alvo de algum sujeito oculto que o impede de, no final, cumprir sua missão quase messiânica de redentor do povo brasileiro”, afirmou. Waack também acredita que, se ainda existir uma capacidade de oposição do PT, ela está no Legislativo e não nas ruas, onde o poder de mobilização do partido foi visivelmente reduzido.

“A figura de Lula tem uma dimensão trágica” resumiu. “Ele foi eleito numa onda de popularidade que coincidiu com um período na economia mundial de enorme prosperidade, o que provavelmente não se repetirá nos próximos 40 anos. Mas o que o lulopetismo conseguiu foi entregar um país imerso na sua pior crise econômica e moral”.

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