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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Vivendo e desaprendendo

“E eu aprendi agora, vejam vocês, né, aos 64 anos a gente também aprende, os ludovicenses. Jamais me ocorreu que quem morasse aqui em São Luis era lulovicenses (sic). Eu pensei que era são-luisenses. Mas não é. É também? Ótimo”. Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo durante a inauguração de obras de melhorias no Porto […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 07h17 - Publicado em 4 dez 2012, 20h05

“E eu aprendi agora, vejam vocês, né, aos 64 anos a gente também aprende, os ludovicenses. Jamais me ocorreu que quem morasse aqui em São Luis era lulovicenses (sic). Eu pensei que era são-luisenses. Mas não é. É também? Ótimo”.

Dilma Rousseff, capturada por Celso Arnaldo durante a inauguração de obras de melhorias no Porto de Itaqui, passando vergonha diante de seu ídolo, José Sarney, ao fingir que acabou de aprender o gentílico alternativo de quem nasceu em São Luis (não de quem mora), mas desaprendendo, no ato, que os naturais da capital do Maranhão também podem ser chamados de são-luisenses ─ como quem tem 64 anos e é presidente da República deveria saber, mesmo que não saiba quase nada sobre coisa alguma.

 

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