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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Uma testemunha de defesa como Gleisi dispensa acusadores

Sempre que não vê estranhos por perto, a presidente do PT protagoniza mais um ato da Ópera dos Cínicos

Por Augusto Nunes 21 dez 2017, 16h17

Vaiada em saguões de aeroporto e no interior de aviões, nem assim Gleisi Hoffmann se emenda. Se não vê gente estranha por perto, volta a insultar o Brasil decente com mais um ato da Ópera dos Cínicos, da qual virou protagonista desde que assumiu a presidência do PT. Ouçam a sem-vergonhice desta quarta-feira:

“Qual é o crime do presidente Lula que caracteriza corrupção passiva?”, perguntou Amante. Coxa respondeu: “Não tem crime”.

Faz de conta que sim. Fica estabelecido, então, que Lula jamais ouviu falar no triplex do Guarujá, nunca deu as caras no sítio em Atibaia e ficou rico não por embolsar milhões como despachante de empreiteira e chefe de quadrilha, mas por trabalhar demais. Uma testemunha de defesa com o prontuário de Gleisi merece ser transformada por Sérgio Moro em prova do crime.

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