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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Uma coisa é uma coisa (47)

A ilha de honestidade no oceano da ladroagem virou paraíso fiscal

Por Branca Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 22h13 - Publicado em 28 jul 2016, 19h17

“Se ele recebeu 4,5 milhões de dólares, não foi da organização da minha campanha, porque ele diz que recebeu isso em 2013. A campanha começa em 2010 e, até o fim do ano, antes da diplomação, ela é encerrada. Tudo que ficou pendente sobre pagamentos da campanha passa a ser responsabilidade do partido. Minha campanha não tem a menor responsabilidade sobre em que condições pagou-se dívida remanescente da campanha de 2010. Não é a mim que você tem de perguntar isso. Ele tratou essa questão com a tesouraria do PT”. (Dilma Rousseff, a Assombração do Alvorada, explicando que o uso de propinas do Petrolão disfarçadas de caixa 2 para pagar o marqueteiro de sua campanha não têm nada a ver com a sua campanha, mas com o tesoureiro do partido encarregado pela candidata de arranjar financiamento para a campanha)

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