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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Um exército comandado por Vagner Freitas só consegue matar de rir

O Tiro de Guerra de Taquaritinga bastará para curar o pelego falastrão da crise de abstinência provocada pelo fim da mesada federal

Por Augusto Nunes 22 nov 2018, 07h08

Dilma Rousseff já se conformara com a perda do emprego quando Vagner Freitas, presidente da CUT, apareceu num palanque para berrar a grave ameaça. Se o impeachment fosse consumado, ele colocaria nas ruas “o povo armado”. 

O despejo chegou, ninguém pegou em trabucos ou espingardas e Vagner deve ter sossegado o furor beligerante em alguma pescaria. Há poucos dias, ele tornou a vestir a farda de general da banda podre para avisar que comandará mais uma rebelião se Jair Bolsonaro assumir a Presidência.

Bolsonaro foi eleito por menos de 30% dos brasileiros”, calculou o sabujo de presidiário. Para chegar a essa porcentagem, deve ter considerado aptos a votar todos os habitantes do país, incluídos os bebês de colo, os índios das tribos isoladas, os presos encerrados em solitárias e os doidos de pedra.

“Fique muito claro que não reconhecemos o Sr. Bolsonaro como presidente da República”, avisou o Sr. Freitas. De novo, informou que a disputa eleitoral foi fraudada para impedir que Lula voltasse ao poder. De novo, prometeu voltar às ruas com as tropas da CUT. 

De novo, afirmo que um exército comandado por Vagner Freitas só consegue matar de rir. Se insistir em perturbar a ordem pública, o Tiro de Guerra de Taquaritinga estará pronto para entrar em ação. A mera aparição dos meus braços conterrâneos bastará para curar o pelego falastrão da crise de abstinência provocada pelo fim da mesada federal.

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