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Um dia depois da visita de Aécio, a vaia estava à espera de Dilma em Uberaba

Atualizado às 10h51 Nesta sexta-feira, 2 de maio, o senador tucano Aécio Neves esteve em Uberaba para visitar a Expozebu. Ouviu reivindicações dos empresários, confraternizou com a multidão, reiterou que é o candidato do agronegócio à Presidência da República, respondeu a todas as perguntas dos jornalistas. Disse, por exemplo, o que pretende fazer com o […]

Atualizado às 10h51

Nesta sexta-feira, 2 de maio, o senador tucano Aécio Neves esteve em Uberaba para visitar a Expozebu. Ouviu reivindicações dos empresários, confraternizou com a multidão, reiterou que é o candidato do agronegócio à Presidência da República, respondeu a todas as perguntas dos jornalistas. Disse, por exemplo, o que pretende fazer com o Bolsa Família, ou o que achou do discurso de Dilma Rousseff na véspera do Dia do Trabalho.

Neste sábado, 3 de maio, a presidente em busca da reeleição pousou em Uberaba para estrelar a abertura oficial da Expozebu. Descobriu que, se não convocar plateias amestradas, terá de conviver com o som do descontentamento em todas as aparições públicas. Desta vez, as vaias se distribuíram por três momentos. Começaram quando a visitante recebeu a medalha que celebra os 80 anos da Expozebu. Ressurgiram no início do discurso. E tornaram quase inaudível o fecho do falatório.

Dilma se negou a comentar com jornalistas a recepção constrangedora. Vai esperar o próximo pronunciamento em rede nacional de rádio e TV para jurar que, de novo, foi hostilizada pelos algozes de sempre: “essa gente que torce pelo quanto pior, melhor”. Um dia talvez descubra que a candidata é vaiada pelo que fez e faz a presidente.

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  1. Comentado por:

    Wake up

    Vaias = 12 anos de dilmentiras e promessas não cumpridas!

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  2. Comentado por:

    Cil

    Se ella acha que foi vaiada por “essa gente que torce pelo quanto pior, melhor”, então ella foi vaiada por petralhas????
    Alguém sabe se o zebu vacinado passa bem??????

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  3. Comentado por:

    Ib Araripe Soares

    “A quem interessa a repressão ao tráfico de drogas?”
    Porquê criminalizar o tráfico de drogas? Quando, na verdade, como qualquer outro bem de consumo, só faz uso quem quer? Nesse ponto, não se deveria criminalizar também o viciado, na parte que o toca? Não dispõe este de liberdade para fazer uso de drogas, cujo tráfico é reprimido, uma vez que não seja coagido pelo traficante, apenas insinuado a experimentar a droga? Não seria, ainda, o vício das drogas reflexo da negligência da educação? Sobretudo, produto da degradação do seio familiar, sendo, enfim, todos responsáveis! Portanto, chega ao cinismo, a afirmação que as drogas estão acabando com nossos jovens. Na verdade são vencidos pelas drogas porque não foram valorizados e fortalecidos, de antemão, como cidadãos conscientes, responsáveis e independentes. A propósito, hipocritamente, no Brasil, não se oferece, também, sob o beneplácito interesse dos governantes, cachaça, cerveja, drinks, filmes e novelas pornôs, balas, bolachas e alimentos sintéticos em prejuízo da saúde de nossas crianças, além de armas, cigarros, esportes violentos e arriscados, cosméticos inócuos, e tantos outros produtos ou serviços, tão ou mais prejudiciais que as drogas? Caso fossem proibidos, também, não implicaria, sua repressão, em conflitos de interesses, e na degradação da sociedade? Não se acaba com qualquer vício, proibindo, e sim oferecendo alternativa legítima sucedânea ao vício, porquanto apoiando e regenerando, e não discriminando o viciado. Então, a quem interessa a criminalização das drogas ditas ilícitas? Não é um contrasenso proibir algo desnecessário, consumindo-o, aliás, quem quer, a ponto de se impor tamanha repressão? A violência desencadeada no meio social, infringindo, à revelia, a todos, somada às vidas perdidas de traficantes, de usuários, de policiais, de juízes, e de inocentes, em torno desse processo injustificável de repressão, logra ter algum sentido? A quem interessa tudo isso? Já não deveríamos estar cansados de tanta mortandade, ao invés de acostumados e indiferentes? A sociedade precisa refletir, desprovida de qualquer interesse particular, acerca das implicações dessa repressão: para matar o carrapato, chega-se ao ponto de matar o boi! Uma sociedade civilizada e consciente, não deve fazer a apologia das drogas, como o faz, de forma liberal, com o sexo irresponsável e com as drogas lícitas, pois, em torno de todo vício não há qualquer solução, apenas problemas e prisão. Uma vez que contribui para a degeneração do caráter do ser humano, brutalizando-o e o desqualificando. Contudo, o gasto com repressão, insolúvel, não seria mais eficaz se aplicado na educação moral de nossos jovens, desde a infância? Nesse aspecto, é preciso atentar, também, que a repressão, além de não ganhar a luta contra as drogas, dispõe, ao contrário, ao seu fortalecimento, despertando o interesse dos insensatos e pusilânimes, além de recrudescer a violência e depravar a sociedade.
    A propósito, a quem interessa, porventura, manter sua repressão?

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  4. Comentado por:

    Adriana Minuzzi da Motta

    Também,ela vai na Terra do filho das Gerais!

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