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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Semana de três dias é caso de polícia

Deputados e senadores trabalham de terça a quinta e ganham mais de R$ 100 mil

Por Augusto Nunes - 24 set 2019, 16h04

Somando os gordos salários às malandragens disfarçadas de “auxílios” ou “verbas adicionais”, deputados e senadores ganham mais de R$ 100 mil por mês. A imensa maioria do povo brasileiro, do qual essa turma se acha representante, nem sonha com uma fortuna de tal porte.

Não é pouca coisa. Mas não é tudo. Enquanto a gente comum trabalha cinco dias por semana (no mínimo), a casta dos pais da Pátria chega a Brasília no começo da tarde de terça e volta para casa no fim da tarde de quinta. Haja preguiça.

Graças ao ritmo indolente, a reforma da Previdência vai consumir um ano legislativo inteiro até ser aprovada. Esse exemplo basta para concluir-se que a semana de três dias não é uma questão trabalhista.

É um caso de polícia — e como tal deve ser tratado.

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