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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

#SanatórioGeral: Sacristão de missa negra

Deputado federal petista mostra como fala, pensa e age um integrante do partido que virou bando

Por Augusto Nunes - 8 dez 2018, 07h12

“O juiz Sergio Moro é o coveiro do Direito brasileiro. Ele é a ponta de lança do Estado de exceção brasileiro, com a sua — quando digo ‘sua’ refiro-me quase que a uma propriedade — Operação Lava Jato, que simplesmente jogou na lata do lixo a Constituição de 1988. Esse ministério para Sergio Moro, com promessa já de vaga assegurada no Supremo Tribunal Federal, foi o prêmio”. (Wadih Damous, deputado federal do PT fluminense demitido pelas urnas de outubro ao tentar reeleger-se, usando a tribuna da Câmara para mostrar como fala, pensa e age um sacristão das missas negras celebradas pela seita cujo único deus é um presidiário)

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