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#SanatórioGeral: Chanceler de botequim

Celso Amorim ressurge das cinzas para defender a restauração da política externa da canalhice

“A política externa de Lula era de paz, aproximação e diálogo, enquanto Bolsonaro se subordina aos Estados Unidos e briga com os países vizinhos. Lula defendia a soberania nacional sobre a Amazônia, outra coisa é dizer que a floresta pode ser aberta às mineradoras. O decreto que possibilitou a Noruega e Alemanha participarem do Fundo Amazônia é da época do ex-presidente Lula. A essência desses acordos é brasileira, é um projeto nacional que seria feito de qualquer maneira e atende as necessidades. O acordo foi feito sem imposição externa”. (Celso Amorim, chanceler de botequim, ministro das Relações Exteriores no governo Lula, defendendo a volta da política externa da canalhice, que manteve o Brasil submisso à Venezuela e a Cuba durante 13 anos e abriu a Amazônia a mineradoras estrangeiras em troca de doações  embolsadas por ONGs malandras exploradas por petistas corruptos)

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  1. Antonio Carlos dos Santos

    Como ele explica uma mineradora norueguesa em dois municipios na Amazônia?

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