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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

#SanatórioGeral: Chanceler de bolso

Celso Amorim quer esquecer que passou oito anos ajoelhado aos pés de Hugo Chávez e Fidel Castro

Por Augusto Nunes - 1 mar 2019, 11h16

A decisão de Washington é parte do projeto de ‘regime change’. Não vejo legitimidade na autoproclamação de Guaidó. Isso não quer dizer que a Venezuela não necessite de mudanças políticas. Mas elas terão que vir pelo diálogo e não por gestos unilaterais, com forte inspiração de interesses exógenos, motivada por interesses geoestratégicos. Não esqueçamos que a Venezuela, detém a maior reserva provada de petróleo do mundo. É ingênuo quem pensa que o objetivo dos Estados Unidos é o de ‘restabelecer a democracia'”. (Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores no governo Lula, fingindo esquecer que passou oito anos ajoelhado diante de Hugo Chávez e Fidel Castro, ao confirmar que só aceita gestos unilaterais que vêm de ditadores de estimação)

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