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Pela Doutrina Rousseff/Pimentel, um pedófilo aposentado poderia brilhar no Ministério da Educação Infantil

Primeiro, Dilma Rousseff fez de conta que Fernando Pimentel mereceu tanto a bolada de R$ 1 milhão que ganhou da Fiemg para não fazer nada quanto o prêmio de R$ 130 mil recebido da fábrica de tubaína que faliu ao seguir os conselhos do ex-prefeito ─ e deu por explicado o inexplicável. Como o truque […]

Primeiro, Dilma Rousseff fez de conta que Fernando Pimentel mereceu tanto a bolada de R$ 1 milhão que ganhou da Fiemg para não fazer nada quanto o prêmio de R$ 130 mil recebido da fábrica de tubaína que faliu ao seguir os conselhos do ex-prefeito ─ e deu por explicado o inexplicável. Como o truque não funcionou, e como seguiu resolvida a manter no primeiro escalão o antigo parceiro de vida clandestina, a presidente agora forjou uma tese que poderia ter evitado o despejo de Antonio Palocci: só valem os pecados que um ministro comete depois da posse. Antes da chegada ao governo, ficam todos liberados para tratar a socos e pontapés a lei, os valores morais e os códigos éticos.

Pela Doutrina Rousseff/Pimentel, um serial killer que acabou de sair da cadeia pode perfeitamente brilhar no Ministério da Justiça, um pedófilo aposentado pode virar um excelente ministro da Educação Infantil, um latrocida pode fazer bonito na presidência do Banco Central. Por que não confiar a um Fernando Pimentel o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior? Todos os brasileiros com mais de cinco neurônios já entenderam que o buquê de espantos federais inclui um ex-traficante de influência que mente compulsivamente. Mas no Brasil até aos irrecuperáveis se oferece uma segunda chance.

“O caso Pimentel não tem nada a ver com o meu governo, tem a ver com ele”, disse Dilma nessa sexta-feira. Com ele, com o Ministério Público e com o Judiciário. “Não é um caso de governo”, insistiu. Faz sentido. É um caso de polícia.

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  1. Comentado por:

    Adonias Rabelo do Prado

    Augusto amigo Augusto,
    Você como sempre se superando…
    Mas como disse Einstein: É impossível ensinar um gato a não pegar passarinhos.
    Tirar este povo ruim do vício é complicado!
    Ad astra per aspera.
    Um forte abraço.

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  2. Comentado por:

    Cascavel do inferno

    O que me separa desse senhor, viúvo da VEJA há 50 anos, são 30 centímetros. Ele mede 1m56. Não consigo enxergá-lo.

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  3. Comentado por:

    potpourri

    “Os militares estão fora dessa. Não queremos nem a ditadura militar nem a do PT.” Nem eu quero ditadura também. Meu comentário foi mais força de expressão. Vendo Mat Damon ator de Hollywood, um dos que trabalharam na campanha Obama, num ataque contudente chama-lo de “one term president”, demonstrando todo seu desapontamento, posso dizer como êle, não se pode confiar em políticos. Yalvez com a ajuda da Internet, da mídia poderemos mudá-los, se continuarmos olhando-os de perto.

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  4. Comentado por:

    Gamal

    Desde o affair Lina Vieira, já se via, realmente, o que a ministra seria capaz de fazer para chegar onde chegou.

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  5. Comentado por:

    cristina

    30 St Mary Axe em Londres não tem teto e é de vidro. Detetives ingleses são espiões e as mulheres de Dashiell Hammett enganavam os detetives. Objetos e Desejos. Chloe. Um egípcio fez um filme sobre mulheres .O interessante do filme , um pouco do comportamento do mais pequeno que segundo Freud ninguém tem inveja . A cidade pós moderna aceita o decorativo ( o moderno não gosta do adorno) dos elementos clássicos como um arco no final da rua onde as duas personagens trabalham : uma como médica e a outra como menina. Festas na residência contemporânea em vermelhos cubos desordenados e grandes janelas de vidros que se abrem com basculantes compondo uma estética harmônica onde os dois personagens masculinos são clássicos : Liam Neeson como professor de teoria musical e o filho de Catherine ( Julianne Moore) toca piano clássico. As roupas têm um pouco dos anos 20, casacos com grandes golas e afunilados nas pernas – a estética floral da art nouveau .
    Um iraniano volta a falar em apedrejar a mulher.
    As duas personagens do filme trocam um grampo de cabelo e Julianne de médica à menina se volta para a sociedade e deixa os homens.
    O giro pela América Latina de Ahmadinejad não inclui o Brasil.
    Mudanças de discurso ou o objeto é indireto, depois Chaves vem falar com Dilma. A diplomacia do oculto. Espionagem para todos os olhos.

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  6. Comentado por:

    julio

    o povo não é bobo!

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