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Paulo Saldiva, médico especialista em poluição atmosférica

Publicado em 25 de fevereiro Em São Paulo, cerca de 4 mil pessoas morrem anualmente em consequência de problemas causados pela poluição do ar. O custo da poluição para a saúde, somando-se internações, mortalidade e redução da expectativa de vida, chega a US$ 1,5 bilhão de dólares. Amparado em dados como estes, o médico Paulo Saldiva é […]

Publicado em 25 de fevereiro

Em São Paulo, cerca de 4 mil pessoas morrem anualmente em consequência de problemas causados pela poluição do ar. O custo da poluição para a saúde, somando-se internações, mortalidade e redução da expectativa de vida, chega a US$ 1,5 bilhão de dólares. Amparado em dados como estes, o médico Paulo Saldiva é um crítico feroz da utilização abusiva do automóvel nas grandes cidades. Para Saldiva, o carro é a forma menos eficiente de mobilidade, uma vez que a velocidade que atinge hoje nos centros urbanos não ultrapassa 8 quilômetros por hora ─ metade da alcançada por nossos antepassados conseguiam a cavalo. O que faria se exercesse por algum tempo o poder absoluto? As primeiras deliberações resultariam na redução drástica das áreas destinadas aos automóveis, no aumento do espaço reservado à circulação do transporte público coletivo e na instauração do pedágio urbano. Para o entrevistado, registra-se no mundo inteiro um fenômeno que qualifica de racismo ambiental.  “As ilhas de vulnerabilidade ambiental estão associadas às ilhas de pobreza”, resume o especialista.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

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  1. Comentado por:

    ricardo

    manchete fresquinha do G1, Atualizado em 05/01/2011 11h09 “Brasil registra novo recorde de vendas de veículos, diz Fenabrave”…só para ilustrar a entrevista e ver a cara-de-pau dessa gente desse governo contando mentiras nesses encontros sobre meio ambiente e o tal desenvolvimento sustentável pelo mundo afora…

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  2. Comentado por:

    Thieveri

    Atualmente ouvimos muito sobre um dos principais problemas ambientais que o nosso planeta esta sofrendo, o super aquecimento global causado pela destruição da camada de ozônio aumentando desgovernadamente o efeito estufa.
    Além de outros fatores as indústrias cooperam com este desastre ecológico, embora muitos empresários se preocupam em reduzir a emissão de gases a natureza, nenhum deles conseguem deixar de emitir a fumaça originada da combustão de suas maquinas.
    Acredito na idoneidade desta firma que também contribui com este fator e tem interesse em sana-los com eficácia.
    Portanto venho apresentar nosso projeto com o nome sugestivo de STAP 80 que tem a função de coletar a fumaça emitida (de caminhões, ônibus, indústrias), centrifugar com outro componente , reagindo transforma em gel sem poder ofensivo a natureza. O gel obtido com o STAP 80, passa a ser um produto de correção de PH do solo, vale lembrar que este tem uma grande importância na redução do efeito estufa e ainda poderá participar do mercado de CREDITO DE CARBONO.
    ELIMINA NO MINIMO 80% DA FUMASSA e 100% do CO e CO2
    Seu custo é baixo.
    Sem mais para o momento.
    att
    THIÉVERI

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  3. Comentado por:

    Thieveri

    Atualmente ouvimos muito sobre um dos principais problemas ambientais que o nosso planeta esta sofrendo, o aquecimento global causado pela destruição da camada de ozônio aumentando desgovernadamente o efeito estufa.
    Além de outros fatores as indústrias cooperam com este desastre ecológico, embora muitos empresários se preocupa em reduzir a emissão de gases a natureza, nenhum deles conseguem deixar de emitir a fumaça originada da combustão de suas maquinas.
    Portanto venho apresentar nosso projeto com o nome sugestivo de STAP 80 que tem a função de coletar a fumaça emitida (de caminhões, ônibus, indústrias), centrifugar com outro componente , reagindo transforma em gel sem poder ofensivo a natureza. O gel obtido com o STAP 80, passa a ser um produto de correção de PH do solo, vale lembrar que este tem uma grande importância na redução do efeito estufa e ainda poderá participar do mercado de CREDITO DE CARBONO.
    ELIMINA NO MÍNIMO 80% DA FUMAÇA e 100% do CO e CO2
    Seu custo é baixo.
    Sem mais para o momento.

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  4. Comentado por:

    Marival Chaves

    SOLUÇÃO FITOTERÁPICA PARA DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
    Depois de mais de 10 anos de experimentos, é possível assegurar que existe um recurso capaz de minimizar os impactos na saúde causados pela poluição ambiental, notadamente nos moradores dos grandes conglomerados urbanos. Trata-se de princípios ativos extraídos de plantas que, em dose única, varre do aparelho respiratório as secreções, o material particulado e os produtos químicos lançados na atmosfera, que agravam, sem exceção, todos os males que aí se instalam.
    Na pneumonia – incluindo a Asiática -, bronquite, bronquiolite, sinusite, edema pulmonar, tuberculose, Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS), Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e nas Gripes Comum, do Frango, Suína e H1N1, que comumente inflamam bronquíolos, alvéolos pulmonares e matam por asfixia, o estímulo remove do ambiente respiratório, junto com secreções purulentas, os bacilos e as inseparáveis cargas viral, fúngica e/ou bacteriana, amenizando, imediatamente, o processo infeccioso.
    As infeções respiratórias nas crianças, por exemplo, são uma causa muito frequente de doenças e no caso específico das pneumonias, são fontes significativas de mortalidade – 2 a 4 milhões de crianças por ano em todo o mundo.
    A experiência prática já demonstrou, reiteradas vezes, que o desenvolvimento da pneumonia em humanos é barrado em 24 horas, com o organismo superando a infecção, a febre, a prostração, o mal estar geral, a tosse, a rouquidão, a dor torácica, a insuficiência respiratória, a produção de secreções, entre outros inconvenientes que advêm da moléstia.
    Pelo fato de utilizar recursos da natureza, o caminho que o portador das gripes – incluindo a H1N1, que, em 2012, ocasionou mais mortes no Brasil que em 2011, e seguiu seu curso funesto nos anos subsequentes – deve percorrer para se livrar do pior é muito simples.
    Nos pulmões dos tabagistas, o conteúdo remove e elimina pela via intestinal as secreções, o alcatrão e outras matérias químico-tóxicas acumuladas ao longo dos anos, aumenta a capacidade pulmonar e convenientemente previne doenças provenientes do vício de fumar.
    Também retira do sistema respiratório, especialmente dos pulmões, o pó e as fibras de amianto, assim como os resíduos de sílica (óxido de silício), aspirados por trabalhadores dessa indústria, que ocasionam silicose, asbestose e mesotelioma, um tipo de câncer de pulmão. Por outro lado, elimina o material particulado que impregna o ar que as pessoas respiram nos grandes centros urbanos. Dois milhões de pessoas morrem em todo o mundo, anualmente, em consequência de doenças pulmonares adquiridas pela inalação de silício, carbono e pó de amianto, segundo a Organização Mundial da Saúde.
    A supressão de resíduos, bacilos, bactérias, vírus e fungos cria um ambiente limpo, desimpedido, livre de micro-organismos patogênicos e de espaço propício à sua proliferação, com aptidão para auxiliar o corpo na tarefa de oxigenar melhor o sistema respiratório e o sangue. Para superar a insuficiência na respiração e toda sorte de infecções. Para proteger a saúde e salvar vidas prevenindo o aparecimento de moléstias infecciosas que se desenvolvem ante a presença desses remanescentes.
    Vitimadas apenas pela poluição ambiental, 3,3 milhões de pessoas morrem anualmente, em todo o mundo, segundo a ONU, que diz que os poluentes atmosféricos matam mais do que a malária e a AIDS juntas. Em São Paulo, uma das piores cidades do Brasil em qualidade do ar, morrem, anualmente, vítimas da poluição ambiental, 17 mil pessoas.
    Em outubro de 2013, a Organização Mundial da Saúde considerou cancerígena a poluição atmosférica.
    O juízo de convicção em relação aos resultados auspiciosos dos fitoterápicos é de tal maneira categórico que possibilita criar a expectativa de uma abordagem científica para comprovar com pesquisas as mencionadas afirmações. Enquanto não se dá ouvido a possibilidades concretas dessa amplitude, em razão de que elas não procedem de pesquisas realizadas por cientistas em grandes centros e é pouco provável que proporcionem polpudos dividendos financeiros para farmacêuticas, as pessoas estão morrendo, desnecessariamente, asfixiadas, vítimas dos venenos químicos ambientais que se acumulam no ambiente respiratório e sobretudo em consequência das gripes, pneumonias, bronquites, tuberculoses e cânceres no sistema da respiração.
    Dinheiro, medição da qualidade do ar e outras medidas paliativas, divorciadas da capacidade de solucionar os graves problemas de saúde que emergem da poluição ambiental, não barraram, até aqui, o avanço dessa catástrofe, que manda para a sepultura, anualmente, milhões de pessoas em todo o mundo em cidades como São Paulo, notadamente crianças, vítimas inocentes da falta de meios que ofereçam tratamento compatível com a gravidade das doenças listadas.
    No entorno de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, assim como em inúmeras cidades brasileiras, a população, em particular crianças e idosos, vive uma catástrofe em relação às doenças cárdio-respiratórias ocasionadas pela poluição ambiental – pó de minério e outros poluentes contaminados com produtos corrosivos, cáusticos, inflamatórios, destrutivos de mucosas e de outros tecidos do corpo, em especial do aparelho respiratório – emitidos por duas grandes empresas. Uma delas recebe e exporta minério de ferro pelo porto de Tubarão, que se localiza no coração de Vitória. A outra degrada o meio ambiente e a saúde da população com a poluição que provém da produção de insumos siderúrgicos.
    É bom que se diga que micro-organismos patógenos (vírus, fungos, bacilos e bactérias) encontram terreno propício para proliferar desproporcionalmente quando estão em contato com muco e secreção purulenta. Ademais, concomitantemente com a remoção das secreções, as cargas bacteriana, viral, bacilar e concentrações de fungos são devidamente desentranhadas do sistema respiratório e expelidas pelos intestinos mediante vigorosas manifestações diarréicas passageiras, junto com um humor espesso, alimento preferencial desses micro-organismos. Esses são os principais efeitos benéficos dos fitoterápicos.
    A importância de manter o sistema respiratório livre dos obstáculos abordados nesse segmento do escrito está no fato de que aí reside a usina que transforma o sangue venoso, pobre em oxigênio e rico em dióxido de carbono – que circula pelas veias sistêmicas e pela árvore arterial pulmonar -, em sangue arterial, rico em oxigênio, isento de dióxido de carbono, absolutamente necessário à produção de energias, à vida das células, à saúde e o equilíbrio do corpo.
    Os fitoterápicos que, aliados a alimento funcional, realizam exponencial milagre da prevenção e superação de moléstias no aparelho respiratório, não pode ser indicado ao público em virtude da necessidade de se estabelecer fórmula com dosagem específica para cada faixa etária, desde o recém-nascido com um mês de vida, até o idoso com até oitenta ou mais anos de idade. O fato é que os estímulos terapêuticos – experimentados com sucesso ao longo dos últimos vinte anos -, com o objetivo de superar doenças no aparelho respiratório, já demonstrou que pode ser administrado junto com a mamadeira, sem a menor perspectiva de efeitos adversos, ainda que careça de pesquisas acadêmicas visando ampliar o leque de conhecimentos científicos em relação à sua eficácia.
    O mínimo que a sociedade espera é que a ciência, em nome do interesse em salvar vidas humanas, realize experimentos com o objetivo de confirmar ou refutar informações consignadas nesse fragmento do texto, já que não se dispõe de nenhum outro recurso que seja capaz de minorar a situação das vítimas da poluição que o meio ambiente exala e as moléstias provenientes da mesma origem. Fisioterapia pulmonar é insuficiente e as pessoas estão morrendo apesar da sua aplicação. É chegada a hora de, ao menos, tentar-se dar um basta nessa situação catastrófica.

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