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Parentes e cúmplices de senador têm direito a foro privilegiado?

A menos que Gilmar tenha mudado a Constituição, as denúncias contra a irmã e dois comparsas de Aécio estão fora da alçada do Supremo

Por Augusto Nunes 8 dez 2017, 12h12

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, acaba de revogar as prisões domiciliares de Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves,  de Frederico Pacheco de Medeiros e de Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zezé Perrella. Os três estavam sob medidas cautelares desde maio, quando vieram a público as delações premiadas do grupo J&F, aquele que transformou Joesley e Wesley Batista primeiro em fregueses preferenciais do BNDES, depois em campeões nacionais e, finalmente, em integrantes da população carcerária.

Até onde se sabe, parentes ou cúmplices de senador encalacrado na Lava Jato não dá direito a foro privilegiado. A menos que o incontrolável Gilmar Mendes tenha mudado a Constituição em segredo.

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