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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Para Gilmar, qualquer garotinho precisa da companhia dos parentes

O ministro que devolveu Adriana Ancelmo aos filhos enviou ao encontro da família o Garotinho cinquentão

Por Augusto Nunes Atualizado em 22 dez 2017, 00h53 - Publicado em 21 dez 2017, 20h45

Para devolver ao recesso do lar a quadrilheira Adriana Ancelmo, mulher do campeão da gatunagem Sérgio Cabral, o misericordioso Gilmar Mendes alegou que os dois filhos do casal, ambos menores de idade, precisam da mãe por perto. Para o ministro da defesa de culpados, qualquer mãe é melhor que nenhuma.

E qual seria a justificativa para o habeas corpus concedido ao ex-governador (e pecador irremissível) Anthony Garotinho? A julgar pelas explicações que deu para a soltura de Adriana, ele provavelmente acredita que todo garotinho ─ com g ou com G ─ precisa da família ao lado.

Mesmo que se trate de um Garotinho nascido há 57 anos. Mesmo que seja um péssimo exemplo para filhos, netos, parentes próximos e distantes, incluindo primos em terceiro grau.

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