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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Para descobrir o tamanho real da fortuna acumulada pelo Pai dos Pobres, a PF só precisa seguir o dinheiro dos filhos

Antes que o pai chegasse ao poder, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, era monitor do zoológico de São Paulo. Em 2004, a Telemar pagou 5 milhões de reais para associar-se ao primogênito do presidente numa empresa de fundo de quintal. Hoje, como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, […]

Por Augusto Nunes - Atualizado em 31 jul 2020, 00h23 - Publicado em 2 out 2015, 19h51

http://videos.abril.com.br/veja/id/3316eae4ca637ac9dcba1431bc0e70c2?

Antes que o pai chegasse ao poder, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, era monitor do zoológico de São Paulo. Em 2004, a Telemar pagou 5 milhões de reais para associar-se ao primogênito do presidente numa empresa de fundo de quintal. Hoje, como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, Lulinha é latifundiário, industrial  e nada em dinheiro.

Antes que o pai acampasse no Planalto, Luis Cláudio Lula da Silva era ajudante de preparador físico de time de futebol. Soube-se nesta semana que o irmão de Lulinha virou dono de uma empresa de marketing esportivo e também protagonizou um suspeitíssimo milagre da multiplicação de pixulecos: embolsou R$ 2,4 milhões ede um escritório de advocacia interessado na aprovação de uma medida provisória. Com as bênçãos de Lula, claro, a jogada deu certo.

“Sigam o dinheiro”, recomendou o informante conhecido como Garganta Profunda aos repórteres do jornal The Washington Post que desvendaram o caso Watergate. Para descobrir o tamanho real da fortuna acumulada pelo pai, e as origens do patrimônio formidável, a Polícia Federal só precisa seguir o dinheiro dos filhos.

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