Clique e assine a partir de 9,90/mês
Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O procurador Luiz Francisco, aquele que encontrava um bandido por dia, deixou de enxergar criminosos há oito anos e meio

O texto que pergunta o que esperam o governo e o Ministério Público para punir os quadrilheiros demitidos deixou muitos leitores intrigados com o sumiço de um obsessivo caçador de culpados. Onde anda o procurador Luiz Francisco de Souza, que encontrava um bandido por dia durante o governo de Fernando Henrique Cardoso?, querem saber vários […]

Por Augusto Nunes - Atualizado em 31 jul 2020, 11h16 - Publicado em 28 jul 2011, 15h21

O texto que pergunta o que esperam o governo e o Ministério Público para punir os quadrilheiros demitidos deixou muitos leitores intrigados com o sumiço de um obsessivo caçador de culpados. Onde anda o procurador Luiz Francisco de Souza, que encontrava um bandido por dia durante o governo de Fernando Henrique Cardoso?, querem saber vários comentaristas. Parou de enxergar suspeitos em  janeiro de 2003, informou o post publicado em 31 de julho de 2009, atualizado em junho deste ano e reproduzido agora na seção O País quer Saber.

Valendo-se de sucessivos pedidos de licença, o procurador a serviço do PT não procura delinquentes há oito anos e meio. Em vez de defender a lei, Luiz Francisco segue em lugar incerto para obedecer a um dos mandamentos da seita companheira: não existem pecadores no rebanho. Existem apenas uns poucos devotos que, muito raramente, cometem erros. São todos irrelevantes. A imprensa é que tenta transformá-los em ocorrências policiais por ser portadora da disfunção cujo nome Dilma Rousseff aprendeu com Jorge Hage: “escandalização do nada”.

O contrário da expressão sem pé nem cabeça é a banalização de tudo. Até das roubalheiras bilionárias praticadas pelo mundaréu de bandidos de estimação.

Publicidade