Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês
Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O Mais Médicos foi só mais uma negociata bilionária

Com a exportação de escravos de jaleco, a ditadura cubana ganhou, entre 2013 e 2017, quase R$ 7 bilhões

Por Augusto Nunes 27 nov 2018, 20h12

Até os bebês de colo e os doidos de hospício que não sejam filiados ao PT agora sabem que o Mais Médicos não foi um programa concebido para socorrer populações desassistidas no campo da saúde. Foi uma maracutaia destinada a assistir financeiramente a ditadura cubana e ampliar a fortuna que os chefões petistas torraram em campanhas eleitorais ─ ou simplesmente embolsaram.

A velha expressão “negócio da China” deve ser atualizada. “Negócio de Cuba”, hoje, define com mais clareza uma transação excepcionalmente lucrativa ─ no caso, lucrativa para os figurões da ilha-presídio, não para os brasileiros, que estão pagando mais uma conta de assustar magnata de cinema. Com a exportação de escravos de jaleco, a ditadura caribenha ganhou, entre 2013 e 2017, quase R$7 bilhões. Mesmo assim, ainda não pagou a dívida contraída com o BNDES, calculada em R$1 bilhão, para a construção do porto de Mariel.

Quando foi instituída a Bolsa Ditadura, que garantiu indenizações e mesadas de bom tamanho a milhares de supostos opositores do regime militar, o grande Millôr Fernandes fez outro brilhante resumo da ópera: “Não era ideologia, era investimento”. O Mais Médicos nasceu fantasiado de programa humanitário. Foi só mais uma negociata bilionária.

Publicidade