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O império tremeu (15)

“Eu, general Floriano Peixoto, sou o comandante. Meu papel é de grande articulação. Aqui tem um brasileiro, um chefe da Minustah. A parte de segurança cabe a um general brasileiro. Não podemos perder a oportunidade de mostrar isso ao Brasil. Temos o maior contingente de tropas. A participação dos Estados Unidos é temporária”. General Floriano […]

“Eu, general Floriano Peixoto, sou o comandante. Meu papel é de grande articulação. Aqui tem um brasileiro, um chefe da Minustah. A parte de segurança cabe a um general brasileiro. Não podemos perder a oportunidade de mostrar isso ao Brasil. Temos o maior contingente de tropas. A participação dos Estados Unidos é temporária”.

General Floriano Peixoto, chefe da força de paz no Haiti, tentando explicar por que soldados brasileiros distribuíram alimentos em frente do palácio presidencia em Porto Príncipe, região já atendida por tropas americanas.

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  1. Comentado por:

    Nina

    Mas o que o Floriano Peixoto está fazendo no Haiti? Ele vai fazer o seu homônimo virar no túmulo. Lula está querendo mostrar serviço e estragando o serviço dos outros. Estou envergonhada com o comportamento das autoridades brasileiras, principalmente quando esbravejaram com os EE.UU. porque eles desembacaram primeiro os 200 médicos e 4 hospitais prontinhos para atenderem os necessitados. Eles queriam que o nosso avião com àgua e biscoitos descesse primeiro. Ajudar é necessário, mas usar o sofrimento alheio para fazer bonito, para mim é coisa de louco, de megalomaníaco vagabundo.

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  2. Comentado por:

    Vera

    Quero através do blog enviar o meu abraço aos familiares dos militares mortos no Haiti. Sinto também por todos os que lá estavam prestando serviços humanitários. Que Deus lhes dê consôlo e que carreguem em seus corações e em suas mentes o orgulho de seus heróis que se foram.

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  3. Comentado por:

    Ixmael

    O Gal. Floriano Peixoto que
    eu conheci tinha outro CPF.

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  4. Comentado por:

    PILINCHO

    Augusto, buenas.
    General subempregado. Tropa subempregada. Forças Armadas subempregadas.
    A missão precípua das Forças Armadas não é o policiamento, não é organizar a pobreza, não é tirar lixo das ruas, não é combater o tráfico de drogas. Não é sustentar uma frente político-ideológica apenas para salvaguardar o interesse pessoal de um sádico presidente que almeja uma cadeira política na ONU. E militares brasileiros morreram morreram por essa CADEIRA.
    Derrocada total das nossas FFAA. Certamente, deverão ser desativadas e integradas à futura Milícia de Segurança Nacional do Brasil comunizado (projeto em curso, nos bastidores do palco dos horrores da PeTralhada).

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  5. Comentado por:

    Christiane Matheus

    Há cinco anos, os EUA desprezaram o Haiti (lá não tem petróleo e gás), e deixaram o Brasil chefiar a missão de paz. Ninguém queria pegar aquele imbróglio. Os militares chefiados pelo general Heleno enfrentaram bravamente aquelas milícias armadas, em becos. O país depois de tanta luta graças ao Brasil, estava começando a se reorganizar. Infelizmente, houve esse desastre da natureza, e gerenciar no caos não é nada fácil, ainda mais quando um país poderoso e arrogante, onde o presidente anda com o moral baixo, entra no circuito e diz que soldado americano não obedece general estrangeiro. Se a China com o maior exército do mundo segue as ordens do Floriano Peixoto, que tem o poder legítimo, por que os EUA não não fazem o mesmo? Os americanos estão apenas querendo se exibir, se quisessem realmente ajudar mandariam médicos, enfermeiros, bombeiros, assim como outros países estão fazendo. Agora, brasileiros defendendo esses perdedores de batalhas como os americanos, sinceramente é uma vergonha! Tenho quase certeza de que na próxima semana o Floriano Peixoto será substituído devido suas declarações. Provavelmente colocarão lá algum general obediente para bater continência para soldado americano.

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  6. Comentado por:

    Genaro

    Ao Pilincho, ontem, 23:29h.
    Caro colega, que tal sugerirmos o seguinte ao Capo? Em vez dele ficar nesta pirraça para comprar uma cadeira nova no Conselho de Segurança da ONU, seria mais viável combinar com os países da costa oriental sulamericana e da costa ocidental africana. Fundaríamos a Organização do Tratado do Atlântico Sul – OTAS. Com sede num país neutro: Cochabamba.
    Abração, Genaro

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  7. Comentado por:

    roby

    Parece que a megalomania inspirada por Jobim, Lula e Amorim está fazendo escola. Mesmo quem só tinha elogios à presença do Brasil no Haiti tem agora motivos para desconfiar da lisura de tanto “protagonismo”. O general não defenderia muitto melhor sua posição se ficasse calado?

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  8. Comentado por:

    Anônimo

    Parece que essa Christiane Mateus estava hibernando até hoje. Ou é só petralha mesmo?
    Somente Lula, Dilma, Amorim e o general Floriano conseguem superá-la.
    Ela está precisando de umas aulas, Augusto.
    Pode começar assim: cinco séculos antes de Cristo, na Grécia,…………

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  9. Comentado por:

    ETIENNE

    OS HAITIANOS NÃO PRECISAM DE AJUDA ELES JÁ TEM OS
    VUDUS

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  10. Comentado por:

    Reynaldo

    Sempre foi argumento – vá lá, de vez em quando “eles” usam alguns.. – a livre determinação dos povos! Vamos então nesta linha.
    FSP (Domingo) republicado pelo RA.
    Nos últimos seis anos, os arranjos estabelecidos entre um Estado falido e as desorientadas Nações Unidas e outras organizações multilaterais produziram um fracasso retumbante. Enquanto estas ofereciam os fundos de ajuda, aquelas legitimavam-nas e implementavam-nos, com resultados, na melhor das hipóteses, inexpressivos. À frente dessa nova estrutura de comando e coordenação somente poderiam estar os americanos ou franceses, uma vez que a liderança dos esforços multilaterais por países caribenhos ou latino-americanos nos últimos 15 anos simplesmente não funcionou.
    ” Apenas grandes potências têm a vontade, a visão e os meios para responder no longo prazo pelos compromissos assumidos. O Haiti não tem condições de servir outra vez como tubo de ensaio para ambições de potências regionais, cujo papel nos últimos anos tem sido, na melhor das hipóteses, supérfluo. Erros repetidos não podem ser acobertados pelos escombros. A responsabilidade jamais assumida por resultados jamais alcançados não deve desaparecer numa vala comum.”
    Voltando…
    Quem disse isto? Um grupo de intelectuais haitianos.
    E agora? Onde fica a livre determinação dos povos, tão usado em discursos e tão manipulada pelo Governo do Brasil?

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